Onde Comprar e Vender Após o Fim do Elo7: Os Melhores Marketplaces e Alternativas para o Mercado Artesanal

O encerramento das operações do Elo7 em maio de 2026 marca uma reconfiguração profunda no mercado de produtos feitos à mão e personalizados no Brasil. A plataforma, que por mais de 15 anos foi a principal referência para conectar quem cria a quem busca peças exclusivas, deixou oficialmente de captar novos pedidos. A decisão do Grupo Enjoei — que havia adquirido a marca em 2023 — de descontinuar a operação reflete o aumento dos custos operacionais de tráfego (como o leilão de anúncios no Google e Meta) e a concorrência severa de grandes e-commerces globais. Para o ecossistema criativo, esse movimento dispersou o público. O grande desafio atual, tanto para compradores quanto para vendedores, não é a falta de opções, mas sim entender para onde essa comunidade migrou e quais são os novos pontos de encontro da economia afetiva. Onde Encontrar e Anunciar Peças Artesanais Agora? Especialistas do Sebrae e da ESPM apontam que o mercado pós-Elo7 dividiu-se em canais de nicho, redes de descoberta visual (social commerce) e grandes operações logísticas. Abaixo, destacamos as principais alternativas para transacionar itens feitos à mão: 1. Artesanou: O Ponto de Encontro Especializado Nascido com o propósito exclusivo de reunir a comunidade de manualidades, o Artesanou desponta como o substituto mais natural para o antigo modelo de comércio vertical. Para quem compra: É o ambiente ideal para buscar artigos genuínos e exclusivos, sem o ruído de produtos industriais ou importações em massa. Para quem vende: Opera com uma taxa de comissão de 15% sobre o valor total da venda (produto + frete), integrada ao sistema do Mercado Pago. A plataforma mantém regras estritas que barram a revenda de itens industrializados para preservar o valor do artesanato puro. 2. TikTok Shop: A Era da Descoberta por Vídeo O comportamento do consumidor mudou drasticamente para o chamado Social Commerce. Ferramentas integradas às redes sociais ganharam relevância ao unir entretenimento e consumo direto. Para quem compra: Permite conhecer a fundo a história por trás do item, acompanhando o processo de fabricação (making of) antes de adquirir a peça diretamente na plataforma. Para quem vende: Segundo o Sebrae-SP, o algoritmo de distribuição favorece pequenos produtores com narrativas visuais fortes, transformando visualizações em conversões imediatas de forma orgânica. 3. Etsy: A Vitrine Global Se a sua busca ou a sua produção envolve peças exclusivas, com forte identidade de design e alto valor agregado, a Etsy continua sendo o padrão ouro mundial do mercado feito à mão. Para quem compra: Um acervo internacional incomparável, onde colecionadores e entusiastas encontram peças artísticas, decoração afetiva autêntica e itens vintage do mundo inteiro. Para quem vende: Uma excelente oportunidade para internacionalizar o negócio e passar a receber em moedas fortes como Dólar ou Euro. O principal ponto de atenção aqui é a logística de envio internacional e a necessidade de dominar o inglês para o cadastro de produtos e atendimento. 4. Grandes Marketplaces (Amazon Handmade, Mercado Livre e Shopee) Os grandes varejistas horizontais adaptaram suas estruturas para absorver o fluxo do artesanato brasileiro, oferecendo vantagens imbatíveis de escala. Amazon Handmade: Funciona sob uma curadoria interna rigorosa para garantir a autenticidade do feito à mão, sendo excelente para consumidores que exigem alto padrão de qualidade e acesso à logística Prime. Mercado Livre e Shopee: Destacam-se pelos sistemas logísticos ágeis, etiquetas de frete competitivas e alto volume de buscas diárias, sendo ideais para itens que possuem maior giro de estoque. O Futuro das Marcas Criativas Independentes: A “Casa Própria” O encerramento do Elo7 reforçou uma lição indispensável para a sustentabilidade de pequenos negócios: marketplaces funcionam como excelentes vitrines para aquisição e descoberta de novos clientes, mas a segurança de uma marca depende da sua autonomia. Como aponta a mentora de gestão Cris Cardoso, depender 100% de uma única plataforma deixa o negócio vulnerável a mudanças repentinas de mercado. Especialistas orientam que o novo ecossistema exige canais próprios de e-commerce e listas de relacionamento direto (como WhatsApp Business ou planilhas de contatos). O público que consome decoração afetiva, estética boho e peças personalizadas valoriza a identidade, o atendimento próximo e o repertório artesanal — atributos que sobrevivem a qualquer mudança de plataforma. Se você utilizava o Elo7, o mercado disponibilizou ferramentas e softwares integradores gratuitos para ajudar na extração e exportação segura de seus dados (como listas de clientes e descrições de produtos), mitigando o impacto da transição. O PULO DO GATO PARA QUEM TRABALHA COM O ARTESANAL: Se você vende artesanato, decoração afetiva ou peças feitas à mão, o seu público não busca apenas um produto barato — ele busca identidade, história e aconchego. Para valorizar o seu trabalho, cobrar o preço justo e se destacar no mercado atual, você precisa ter repertório, autonomia e uma estratégia visual que encante. É hora de transformar a sua paixão em um negócio estruturado e com alma. Clica no link da bio e conheça o meu mini curso Vivendo do Boho. Acesse: https://tudodeboho.com.br/vivendo-do-boho/ #artesanato #elo7 #empreendedorismocriativo #bohochic #viverdeartesanato #artesã #decoraçãoafetiva #marketingcriativo #decoracaoboho #artesanatobrasileiro
A Influência Indígena na Moda e Decoração Boho

Você sabia que a essência do estilo boho vem dos povos originários? No dia 19 de abril, celebramos o Dia dos Povos Indígenas. Muitos acreditam que o estilo Boho nasceu sob as luzes dos festivais de música ou no movimento hippie dos anos 70. Mas, se olharmos de perto, para além das franjas e das coroas de flores, descobriremos que a verdadeira essência desse estilo não é uma invenção recente da moda. O Boho é, na verdade, uma rica colcha de retalhos cultural, e sua fonte mais profunda de autenticidade bebe diretamente da sabedoria dos povos originários e seus entrelaces durante a história. Uma curiosidade sobre os povos indígenas, para conseguirmos mensurar a grandiosidade desta cultura: No Mundo No Brasil Dados atualizados do Censo 2022 (com revisões detalhadas publicadas entre 2025 e 2026) mostram uma riqueza cultural enorme: Para nós, que buscamos uma casa e um guarda-roupa com mais alma, é preciso entender que o uso de materiais crus, as fibras naturais e a conexão visceral com a natureza não são apenas “tendências” passageiras do design. Eles são, antes de tudo, modos de vida moldados por milênios. Nesta semana em que celebramos os povos indígenas, convido você a olhar para o seu redor com novos olhos. Vamos desvendar como a herança ancestral das aldeias moldou a estética que tanto amamos e como essa conexão com a terra é o que realmente traz vida, história e bem-estar para os nossos ambientes e para o que vestimos. A decoração Boho tem muitas texturas, e aqui a influência indígena tem uma influência muito forte! Na moda o design indigena ganha muito destaque também, principalmente no estilo boho, é claro. Entender que o estilo Boho é um estilo ligado à ancestralidade, artesanalidade e natureza muda a forma como decoramos nossa casa e como escolhemos o que vestir. Quando trazemos um cesto de palha trançada para a sala ou escolhemos um acessório de sementes, não estamos apenas seguindo uma “estética de revista”. Estamos valorizando a cultura indígena e nosso elo com as nossas origens. Na decor e na moda, escolha itens étnicos versáteis, na decor com cachepôs de fibras naturais, tapeçarias, redes, objetos que façam um elo entre você e a cultura indígena. Evite o uso de cocar e itens cerimoniais, por respeito ao lado sagrado dos povos indígenas. E, como entusiasta do consumo consciente, reforço: valorizar a influência indígena é, acima de tudo, valorizar o artesão. Nesta semana, e em todas as outras, que nosso olhar Boho seja um olhar de respeito. Que a gente aprenda com os povos originários que a beleza mais profunda não está no que é descartável, mas naquilo que carrega história, tempo e o toque humano. Menos industrial, mais artesanal. Isso é ser verdadeiramente Boho.
Feriadão no Estilo Boho de Ser

Feriadão boho é feriadão vivido com intenção: desacelerar, criar com as mãos, se conectar com a casa, com a natureza e com você. Feriadão boho é feriadão vivido com intenção: desacelerar, criar com as mãos, se conectar com a casa, com a natureza e com você. A seguir deixamos algumas ideias para você curtir os dias livres no jeitinho boho de ser: Montar um cantinho de descanso: Crie um micro refúgio dentro da sua própria casa.Reorganize almofadas, mantas e tapetes, aproxime plantas, acenda velas, luzinhas e incensos. Monte um pequeno “santuário” para ler, meditar, escrever, respirar fundo ou simplesmente existir.Segundo estudos da Journal of Environmental Psychology, ambientes acolhedores e com elementos naturais aumentam em até 25% a sensação de bem-estar emocional. Reflexão:Se eu tivesse um espaço só para nutrir minha alma, como ele seria? Fazer um DIY boho com o que você já tem: O boho celebra a criatividade livre, o feito à mão, o imperfeito que carrega história. Reaproveite garrafas, potes, cordas, tecidos e transforme em: Além de sustentável, criar ativa áreas cerebrais ligadas ao prazer, foco e autoestima, segundo pesquisas da American Psychological Association. Criar um mini ritual de autocuidado: No boho, autocuidado não é luxo: é ritual. Monte um momento só seu com: Tudo com luz baixa, música suave e presença. Estudos da Harvard Medical School apontam que rituais de autocuidado reduzem significativamente os níveis de estresse, ansiedade e exaustão mental. Cozinhar algo afetivo e colorido: Escolha uma receita simples, fresca e vibrante. Monte uma mesa bonita com flores, tecidos naturais, velas e transforme a refeição em um pequeno ritual sensorial. Cozinhar com presença é uma prática meditativa. Segundo a University of Oxford, preparar alimentos conscientemente aumenta a sensação de prazer e conexão social. Fazer um detox digital: Silenciar o excesso de estímulos é uma das maiores formas de autocuidado da atualidade. Experimente passar algumas horas sem celular: Pesquisas do Digital Wellness Institute indicam que pausas digitais frequentes reduzem em até 32% os níveis de estresse. Criar arte para a casa: Arte é liberdade em forma de expressão. Permita-se: Criar ambientes com identidade pessoal aumenta o senso de pertencimento e felicidade, segundo estudos da Environmental Design Research Association. Fazer uma limpa nas suas coisas e ter o que faz sentido pra você. Abra armários, gavetas e caixas. Observe o que realmente faz sentido permanecer na sua vida. Desapego não é perda — é espaço para o novo.Leveza e clareza andam juntas. Estudos sobre minimalismo emocional indicam que ambientes mais organizados reduzem a ansiedade, aumentam o foco e promovem bem-estar psicológico. Pergunta-chave: O que eu mantenho por apego e não por verdade? Reservar momentos de leitura! Separe um tempo para leituras que nutram sua mente e seu espírito.Autoconhecimento, espiritualidade, desenvolvimento humano e criatividade são caminhos de expansão interna. A leitura consciente fortalece a empatia, amplia repertório emocional e estimula a clareza mental, segundo pesquisas da University of Sussex. Customize alguma peça de roupa. Durante o desapego, observe se alguma peça guarda potencial de transformação. Moda boho é expressão, não tendência. Vá para a natureza — mesmo que seja perto de casa O boho nasce da terra, do vento, do sol e do mar. Opções: Pesquisas da University of Exeter mostram que 120 minutos semanais em contato com a natureza já impactam significativamente a saúde mental. Pratique o slow living Desacelerar não é perder tempo. É ganhar vida. Experiências simples: O movimento slow living vem crescendo mais de 30% ao ano, segundo relatórios da WGSN, refletindo uma busca coletiva por uma vida mais significativa. Planeje sonhos e projetos com leveza O boho também é visão, propósito e intenção. Pegue um caderno bonito e escreva: Não é sobre metas rígidas. É sobre direção alinhada com a alma. Viva pequenos prazeres boho A felicidade mora nos detalhes. Boho é estilo de vida Mais do que uma estética, o boho é um estado de ser.É liberdade, leveza, sensibilidade, conexão, presença e verdade. Que neste feriadão você escolha: Mais presençaMenos obrigaçãoMenos ruídoMais alma Menos pressa Autoria: Thaysi Santos Arquiteta e diretora criativa
A fascinante história do Estilo Boho

Seja bem-vinda(o), boho lover!Hoje é um dia histórico: está no ar o primeiro episódio do Bohocast, o podcast para quem vive (ou sonha viver) o boho em todos os níveis. E, para celebrar, inauguramos essa série trazendo o tema que deu início a tudo: a trajetória intrigante do estilo boêmio – ou boho chic – da Antiguidade aos dias de hoje. Da Antiguidade à Liberdade: O Que Significa Ser Boho? O nome “boêmio” vem de um verdadeiro caldeirão de histórias.A palavra Bohemians tem origem nos povos celtas chamados Boios ou Boiis, que habitavam a região da atual República Tcheca – a Boêmia. Com sua arte refinada, habilidade com metais e o gosto por padrões marcantes, os Boios já deixavam claro que liberdade criativa e expressão individual não são invenções modernas. Apesar do nome popular, ironicamente nada se tem a ver com o estilo boho de hoje em dia. Eles foram um povo Celta que eram nômades e se tornaram uma sociedade grande e organizada dentre diversas outras tribos Celtas. Também não tiveram influências ciganas segundo os registros históricos, pois os ciganos surgiram muito tempo depois. Séculos mais tarde, surge um novo “bohemianismo” – desta vez, associado aos nômades Romani e a artistas disruptivos do século XIX, na época chamada de Belle Époque. O termo “bohemian” acabou se tornando sinônimo desse espírito livre, inquieto e muitas vezes fora dos padrões convencionais, especialmente nos movimentados cafés e ateliês europeus. Das Musas Boêmias ao Flower Power A cultura boho floresceu nas margens artísticas de Paris da Belle Epoque.No início do século XIX, artistas e intelectuais boêmios inspiravam (e eram inspirados por) mulheres independentes, como as grisettes: trabalhadoras e frequentadoras da cena cultural. No movimento Pré-Rafaelita, nomes como Jane Morris desafiaram padrões vitorianos ao apostar em roupas fluidas e naturais. A recusa ao espartilho e o uso de flores – um prenúncio do movimento hippie décadas depois! – marcaram as imagens dessas mulheres ousadas. A Belle Epoque foi um marco no mundo da moda e uma forma de quebrar padrões. Durante a Belle Époque, Paris era o epicentro do otimismo e da efervescência criativa. Artistas e ciganos viviam em jornadas recheadas de improviso, leveza e, claro, cor. Revolução, Moda e Autenticidade: O Boho do Século XX Entramos no século XX e, junto com os movimentos feministas e de contracultura ( o movimento hippie), as mulheres tomam para si uma moda mais confortável e expressiva. Nos anos 1960 os hippies selaram a fusão entre moda e transformação social: Boho como Estilo de Vida Das lojas inglesas da Laura Ashley ao “sutiã queimado” das feministas, o boho cresceu como sinônimo de autenticidade e resistência. Nos anos 1990, ganha apelo fashion com o “hippie chic” e, já nos anos 2000, Kate Moss e Sienna Miller eternizam o “boho chic” como algo além de moda: é um jeito de ser, sentir e pertencer ao mundo. De 2014 para cá o boho vem ganhando cada vez mais espaço, sempre começando com a moda e depois para a décor que através do Pinterest que foi a sua porta para o mundo contemporâneo. E hoje? Boho é passado, presente e futuro Na Tudo de Boho, celebramos o boho em todas as suas formas: Muitas coisas mudaram do boho de ontem para o de hoje e em 2025 vemos um novo retorno, passando da ferramenta de paz, amor e união das culturas, para viver sua repercussão em um mundo totalmente globalizado. O ideal de vida do estilo boho ainda é uma meta para muitos: Uma vida sem regras rígidas, uma vida mais leve e conectada à natureza, a espiritualidade e a sustentabilidade. Esse retorno tem pontos de reflexão bem interessantes: Da cultura Celta na Idade do Ferro, passando pela Belle Epoque em Paris, depois pelo Movimento Hippie nos anos 60, retornando mais refinado com o Boho Chic nos anos 2000 e agora em 2025 vindo em grande evidência com mais tecnologia e globalização. O que você achou dessa história que teve tanto caminho a trilhar e que hoje tem tantas pessoas adeptas? Sem contar as pessoas que ainda não conhecem o estilo boho. Por isso estamos aqui, para desmistificar e traduzir essa essência para o mundo! Através de Tudo de Boho, a nossa lente é para trazer luz a tudo o que o boho pode oferecer encaixando na nossa realidade do século XXI. O Boho não é moda passageira, é um estilo de vida que faz bem para nós mesmos e para o mundo! Continue com a gente para mais conteúdos, assine a nossa Newletter e nos siga nas redes sociais! Deixe nos comentários o que mais te inspira no universo boho! Nos próximos posts e episódios, vamos juntos explorar, questionar e abraçar tudo o que esse estilo tão vivo tem para oferecer. Autora: Thaysi dos Santos
O que é o estilo boho? Bem-vindos ao novo blog Tudo de Boho!

Olá, viajantes do boho!Hoje é um dia especial: estamos lançando o primeiro post do nosso blog e celebrando o início de uma nova jornada cheia de cor, autenticidade e propósito. Mas afinal, o que é o estilo boho?Boho é mais do que uma tendência de decoração ou moda – é uma filosofia de vida que valoriza a liberdade, a autenticidade e a conexão com a natureza. Inspirado nas raízes boêmias e hippies, o boho convida a gente a viver com mais leveza, a abraçar o nosso lado despojado e a encontrar beleza em cada detalhe único do nosso cotidiano. No universo boho, tudo ganha um toque especial: desde a mistura de cores e texturas até o uso de peças artesanais e vintage. Aqui, o importante é ser quem você é, sem medo de experimentar e misturar referências. O resultado? Ambientes e looks cheios de personalidade, que refletem histórias e sentimentos. A nossa essência A Tudo de Boho nasceu para ser um espaço de inspiração, aprendizado e conexão. Queremos incentivar você a viver de forma mais autêntica, criativa e consciente, sempre com um olhar atento ao impacto das nossas escolhas na natureza e no nosso bem-estar. Nosso objetivo é compartilhar dicas, histórias e produtos que ajudam a transformar sua casa, seu guarda-roupa e até sua rotina em um ambiente mais acolhedor, na sua paleta boho e cheio de significado. Uma nova fase Estamos entrando em uma nova fase, com cursos, minicursos, livros, serviços de arquitetura e interiores pensados para quem quer mergulhar de cabeça no universo boho, sair do convencional e descobrir novas formas de expressão. Aqui, você vai encontrar conteúdo exclusivo sobre decoração, moda, autoconhecimento e sustentabilidade, tudo com aquele toque boho que só a Tudo de Boho tem. Seja bem-vindo(a) ao nosso blog! Diretora Criativa da Tudo de Boho: Thaysi dos Santos