Dia dos Namorados no Estilo Boho

Este post aborda como transformar o lar em um refúgio romântico e inesquecível, fugindo do clichê e do estresse dos restaurantes lotados. Utilizando os princípios da neuroarquitetura e da decoração afetiva, o texto serve como um guia prático e apaixonante para casais que desejam trazer mais presença e conexão para a noite. O conteúdo destaca o papel do estilo Boho — uma das estéticas mais desejadas em celebrações de amor — por sua capacidade de resgatar o aconchego através de texturas naturais e da autenticidade.
Onde Comprar e Vender Após o Fim do Elo7: Os Melhores Marketplaces e Alternativas para o Mercado Artesanal

O encerramento das operações do Elo7 em maio de 2026 marca uma reconfiguração profunda no mercado de produtos feitos à mão e personalizados no Brasil. A plataforma, que por mais de 15 anos foi a principal referência para conectar quem cria a quem busca peças exclusivas, deixou oficialmente de captar novos pedidos. A decisão do Grupo Enjoei — que havia adquirido a marca em 2023 — de descontinuar a operação reflete o aumento dos custos operacionais de tráfego (como o leilão de anúncios no Google e Meta) e a concorrência severa de grandes e-commerces globais. Para o ecossistema criativo, esse movimento dispersou o público. O grande desafio atual, tanto para compradores quanto para vendedores, não é a falta de opções, mas sim entender para onde essa comunidade migrou e quais são os novos pontos de encontro da economia afetiva. Onde Encontrar e Anunciar Peças Artesanais Agora? Especialistas do Sebrae e da ESPM apontam que o mercado pós-Elo7 dividiu-se em canais de nicho, redes de descoberta visual (social commerce) e grandes operações logísticas. Abaixo, destacamos as principais alternativas para transacionar itens feitos à mão: 1. Artesanou: O Ponto de Encontro Especializado Nascido com o propósito exclusivo de reunir a comunidade de manualidades, o Artesanou desponta como o substituto mais natural para o antigo modelo de comércio vertical. Para quem compra: É o ambiente ideal para buscar artigos genuínos e exclusivos, sem o ruído de produtos industriais ou importações em massa. Para quem vende: Opera com uma taxa de comissão de 15% sobre o valor total da venda (produto + frete), integrada ao sistema do Mercado Pago. A plataforma mantém regras estritas que barram a revenda de itens industrializados para preservar o valor do artesanato puro. 2. TikTok Shop: A Era da Descoberta por Vídeo O comportamento do consumidor mudou drasticamente para o chamado Social Commerce. Ferramentas integradas às redes sociais ganharam relevância ao unir entretenimento e consumo direto. Para quem compra: Permite conhecer a fundo a história por trás do item, acompanhando o processo de fabricação (making of) antes de adquirir a peça diretamente na plataforma. Para quem vende: Segundo o Sebrae-SP, o algoritmo de distribuição favorece pequenos produtores com narrativas visuais fortes, transformando visualizações em conversões imediatas de forma orgânica. 3. Etsy: A Vitrine Global Se a sua busca ou a sua produção envolve peças exclusivas, com forte identidade de design e alto valor agregado, a Etsy continua sendo o padrão ouro mundial do mercado feito à mão. Para quem compra: Um acervo internacional incomparável, onde colecionadores e entusiastas encontram peças artísticas, decoração afetiva autêntica e itens vintage do mundo inteiro. Para quem vende: Uma excelente oportunidade para internacionalizar o negócio e passar a receber em moedas fortes como Dólar ou Euro. O principal ponto de atenção aqui é a logística de envio internacional e a necessidade de dominar o inglês para o cadastro de produtos e atendimento. 4. Grandes Marketplaces (Amazon Handmade, Mercado Livre e Shopee) Os grandes varejistas horizontais adaptaram suas estruturas para absorver o fluxo do artesanato brasileiro, oferecendo vantagens imbatíveis de escala. Amazon Handmade: Funciona sob uma curadoria interna rigorosa para garantir a autenticidade do feito à mão, sendo excelente para consumidores que exigem alto padrão de qualidade e acesso à logística Prime. Mercado Livre e Shopee: Destacam-se pelos sistemas logísticos ágeis, etiquetas de frete competitivas e alto volume de buscas diárias, sendo ideais para itens que possuem maior giro de estoque. O Futuro das Marcas Criativas Independentes: A “Casa Própria” O encerramento do Elo7 reforçou uma lição indispensável para a sustentabilidade de pequenos negócios: marketplaces funcionam como excelentes vitrines para aquisição e descoberta de novos clientes, mas a segurança de uma marca depende da sua autonomia. Como aponta a mentora de gestão Cris Cardoso, depender 100% de uma única plataforma deixa o negócio vulnerável a mudanças repentinas de mercado. Especialistas orientam que o novo ecossistema exige canais próprios de e-commerce e listas de relacionamento direto (como WhatsApp Business ou planilhas de contatos). O público que consome decoração afetiva, estética boho e peças personalizadas valoriza a identidade, o atendimento próximo e o repertório artesanal — atributos que sobrevivem a qualquer mudança de plataforma. Se você utilizava o Elo7, o mercado disponibilizou ferramentas e softwares integradores gratuitos para ajudar na extração e exportação segura de seus dados (como listas de clientes e descrições de produtos), mitigando o impacto da transição. O PULO DO GATO PARA QUEM TRABALHA COM O ARTESANAL: Se você vende artesanato, decoração afetiva ou peças feitas à mão, o seu público não busca apenas um produto barato — ele busca identidade, história e aconchego. Para valorizar o seu trabalho, cobrar o preço justo e se destacar no mercado atual, você precisa ter repertório, autonomia e uma estratégia visual que encante. É hora de transformar a sua paixão em um negócio estruturado e com alma. Clica no link da bio e conheça o meu mini curso Vivendo do Boho. Acesse: https://tudodeboho.com.br/vivendo-do-boho/ #artesanato #elo7 #empreendedorismocriativo #bohochic #viverdeartesanato #artesã #decoraçãoafetiva #marketingcriativo #decoracaoboho #artesanatobrasileiro
A Influência Indígena na Moda e Decoração Boho

Você sabia que a essência do estilo boho vem dos povos originários? No dia 19 de abril, celebramos o Dia dos Povos Indígenas. Muitos acreditam que o estilo Boho nasceu sob as luzes dos festivais de música ou no movimento hippie dos anos 70. Mas, se olharmos de perto, para além das franjas e das coroas de flores, descobriremos que a verdadeira essência desse estilo não é uma invenção recente da moda. O Boho é, na verdade, uma rica colcha de retalhos cultural, e sua fonte mais profunda de autenticidade bebe diretamente da sabedoria dos povos originários e seus entrelaces durante a história. Uma curiosidade sobre os povos indígenas, para conseguirmos mensurar a grandiosidade desta cultura: No Mundo No Brasil Dados atualizados do Censo 2022 (com revisões detalhadas publicadas entre 2025 e 2026) mostram uma riqueza cultural enorme: Para nós, que buscamos uma casa e um guarda-roupa com mais alma, é preciso entender que o uso de materiais crus, as fibras naturais e a conexão visceral com a natureza não são apenas “tendências” passageiras do design. Eles são, antes de tudo, modos de vida moldados por milênios. Nesta semana em que celebramos os povos indígenas, convido você a olhar para o seu redor com novos olhos. Vamos desvendar como a herança ancestral das aldeias moldou a estética que tanto amamos e como essa conexão com a terra é o que realmente traz vida, história e bem-estar para os nossos ambientes e para o que vestimos. A decoração Boho tem muitas texturas, e aqui a influência indígena tem uma influência muito forte! Na moda o design indigena ganha muito destaque também, principalmente no estilo boho, é claro. Entender que o estilo Boho é um estilo ligado à ancestralidade, artesanalidade e natureza muda a forma como decoramos nossa casa e como escolhemos o que vestir. Quando trazemos um cesto de palha trançada para a sala ou escolhemos um acessório de sementes, não estamos apenas seguindo uma “estética de revista”. Estamos valorizando a cultura indígena e nosso elo com as nossas origens. Na decor e na moda, escolha itens étnicos versáteis, na decor com cachepôs de fibras naturais, tapeçarias, redes, objetos que façam um elo entre você e a cultura indígena. Evite o uso de cocar e itens cerimoniais, por respeito ao lado sagrado dos povos indígenas. E, como entusiasta do consumo consciente, reforço: valorizar a influência indígena é, acima de tudo, valorizar o artesão. Nesta semana, e em todas as outras, que nosso olhar Boho seja um olhar de respeito. Que a gente aprenda com os povos originários que a beleza mais profunda não está no que é descartável, mas naquilo que carrega história, tempo e o toque humano. Menos industrial, mais artesanal. Isso é ser verdadeiramente Boho.
A sensação de “falta alguma coisa” na decoração tem nome.

E não é falta de dinheiro, nem de tempo. É algo mais fundo — e que faz todo sentido quando você entende o que está por trás. Você já ficou olhando para a sua sala e sentiu aquilo? Tudo no lugar, tudo razoavelmente bonito, nada visivelmente errado — e mesmo assim uma voz lá dentro sussurra: “falta alguma coisa.” Não é só você. Essa sensação tem um nome — ou pelo menos tem uma explicação — e ela vai muito além de “preciso comprar mais uma peça” ou “precisava ter escolhido outra cor de parede”. Eu já ouvi isso de quase toda mulher com quem conversei sobre a própria casa. E o que me chamou atenção foi perceber que essa sensação aparece tanto em lares simples quanto em apartamentos decorados por profissionais. O problema, portanto, não é o espaço em si. “A casa pode estar completa em mobiliário e ainda assim vazia de presença.” O que a neurociência — e a psicologia — já vem mostrando há um tempo é que a gente não experimenta o espaço só com os olhos. A gente o experimenta com o corpo inteiro, com a memória, com o olfato, com a sensação tátil dos materiais. Com as histórias que aquele espaço carrega — ou não carrega. Quando uma casa parece “fria” mesmo com aquecedor ligado, ou “estranha” mesmo sendo sua há anos — é o sistema nervoso tentando te dizer que aquele ambiente não está conversando com você. Que aquele ambiente foi montado, mas não habitado. Decorado, mas não sentido. E isso não é frescura. É biologia. O nosso cérebro busca coerência entre o ambiente e a identidade. Quando não encontra — quando a casa parece mais um catálogo de loja do que um reflexo de quem você é — ele registra isso como uma espécie de ruído de fundo constante. Um desconforto suave, mas persistente. “A gente decora a casa, mas às vezes esquece de habitá-la de verdade.” O que “falta alguma coisa” costuma estar dizendo, no fundo, é: “falta de mim aqui.” Não é sobre estilo. Não é sobre tendência. É sobre presença — a sua presença impressa nos espaços que você habita todos os dias. Isso é o que eu chamo de casa com alma. E essa é uma conversa que eu quero continuar tendo com você. Casa com alma começa com autoconhecimento. Essa conversa está só começando. Acompanhe o blog para mais reflexões sobre decoração, identidade e o lar que você merece habitar. Thaysi dos Santos — Arquiteta & Boho Lover
Feriadão no Estilo Boho de Ser

Feriadão boho é feriadão vivido com intenção: desacelerar, criar com as mãos, se conectar com a casa, com a natureza e com você. Feriadão boho é feriadão vivido com intenção: desacelerar, criar com as mãos, se conectar com a casa, com a natureza e com você. A seguir deixamos algumas ideias para você curtir os dias livres no jeitinho boho de ser: Montar um cantinho de descanso: Crie um micro refúgio dentro da sua própria casa.Reorganize almofadas, mantas e tapetes, aproxime plantas, acenda velas, luzinhas e incensos. Monte um pequeno “santuário” para ler, meditar, escrever, respirar fundo ou simplesmente existir.Segundo estudos da Journal of Environmental Psychology, ambientes acolhedores e com elementos naturais aumentam em até 25% a sensação de bem-estar emocional. Reflexão:Se eu tivesse um espaço só para nutrir minha alma, como ele seria? Fazer um DIY boho com o que você já tem: O boho celebra a criatividade livre, o feito à mão, o imperfeito que carrega história. Reaproveite garrafas, potes, cordas, tecidos e transforme em: Além de sustentável, criar ativa áreas cerebrais ligadas ao prazer, foco e autoestima, segundo pesquisas da American Psychological Association. Criar um mini ritual de autocuidado: No boho, autocuidado não é luxo: é ritual. Monte um momento só seu com: Tudo com luz baixa, música suave e presença. Estudos da Harvard Medical School apontam que rituais de autocuidado reduzem significativamente os níveis de estresse, ansiedade e exaustão mental. Cozinhar algo afetivo e colorido: Escolha uma receita simples, fresca e vibrante. Monte uma mesa bonita com flores, tecidos naturais, velas e transforme a refeição em um pequeno ritual sensorial. Cozinhar com presença é uma prática meditativa. Segundo a University of Oxford, preparar alimentos conscientemente aumenta a sensação de prazer e conexão social. Fazer um detox digital: Silenciar o excesso de estímulos é uma das maiores formas de autocuidado da atualidade. Experimente passar algumas horas sem celular: Pesquisas do Digital Wellness Institute indicam que pausas digitais frequentes reduzem em até 32% os níveis de estresse. Criar arte para a casa: Arte é liberdade em forma de expressão. Permita-se: Criar ambientes com identidade pessoal aumenta o senso de pertencimento e felicidade, segundo estudos da Environmental Design Research Association. Fazer uma limpa nas suas coisas e ter o que faz sentido pra você. Abra armários, gavetas e caixas. Observe o que realmente faz sentido permanecer na sua vida. Desapego não é perda — é espaço para o novo.Leveza e clareza andam juntas. Estudos sobre minimalismo emocional indicam que ambientes mais organizados reduzem a ansiedade, aumentam o foco e promovem bem-estar psicológico. Pergunta-chave: O que eu mantenho por apego e não por verdade? Reservar momentos de leitura! Separe um tempo para leituras que nutram sua mente e seu espírito.Autoconhecimento, espiritualidade, desenvolvimento humano e criatividade são caminhos de expansão interna. A leitura consciente fortalece a empatia, amplia repertório emocional e estimula a clareza mental, segundo pesquisas da University of Sussex. Customize alguma peça de roupa. Durante o desapego, observe se alguma peça guarda potencial de transformação. Moda boho é expressão, não tendência. Vá para a natureza — mesmo que seja perto de casa O boho nasce da terra, do vento, do sol e do mar. Opções: Pesquisas da University of Exeter mostram que 120 minutos semanais em contato com a natureza já impactam significativamente a saúde mental. Pratique o slow living Desacelerar não é perder tempo. É ganhar vida. Experiências simples: O movimento slow living vem crescendo mais de 30% ao ano, segundo relatórios da WGSN, refletindo uma busca coletiva por uma vida mais significativa. Planeje sonhos e projetos com leveza O boho também é visão, propósito e intenção. Pegue um caderno bonito e escreva: Não é sobre metas rígidas. É sobre direção alinhada com a alma. Viva pequenos prazeres boho A felicidade mora nos detalhes. Boho é estilo de vida Mais do que uma estética, o boho é um estado de ser.É liberdade, leveza, sensibilidade, conexão, presença e verdade. Que neste feriadão você escolha: Mais presençaMenos obrigaçãoMenos ruídoMais alma Menos pressa Autoria: Thaysi Santos Arquiteta e diretora criativa
Maximalismo na Sala: A Revolução da Autenticidade na Decoração

Você já se pegou sentindo que sua sala poderia ter mais personalidade? O maximalismo surge justamente para quebrar o mito de que “menos é mais” funciona para todo mundo. Segundo recentes tendências globais, o maximalismo está em alta — e não, não tem nada a ver com bagunça, mas sim com expressão autêntica. Mas ok, tem coisa que é bagunça mesmo, então vamos desenrolar esse assunto a seguir. O Que é Maximalismo? O maximalismo é sobre misturar, ousar, contar histórias por meio das cores, objetos e memórias. Ao contrário do ambiente “pasteurizado”, pensado para agradar a todos, o maximalismo valoriza quem habita o espaço. Sabe aquela sala que parece catálogo de loja, mas não diz nada sobre quem mora ali? Isso acontece quando seguimos regras demais e deixamos nossa essência de lado. Expressão, Liberdade e Pertencimento No maximalismo, não existe “erro” — exceto decorar pensando nos outros, e não em você. O segredo é trazer o que faz sentido pra sua trajetória: aquelas lembranças de viagem, o quadro inusitado, o tapete colorido, a mistura de estampas que só você entende. Cada peça constrói um mosaico da sua história. Claro que, se você tiver critérios para cada item que você comprar, ajuda muito! Exemplo: Paleta de cores definidas. Você facilita muito suas composições para tudo! ( Acesse a homepage e saiba mais sobre o nosso mini curso Tudo de cor) Benefícios Emocionais Estudos mostram que ambientes visualmente interessantes podem até melhorar o humor e reduzir sintomas de ansiedade. Salas maximalistas são frequentemente descritas como inspiradoras, acolhedoras e vibrantes. Mais do que beleza, esses espaços trazem pertencimento e bem-estar. Mas, saiba dosar para não viver em um ambiente que causa fadiga visual, escolha um cenário, uma parede focal para extravasar toda a sua identidade. Quebrando o Medo de Ousar A principal objeção? “Vai parecer bagunçado!”. Esse é um mito! O maximalismo pede curadoria, não acúmulo. Identidade e significado vêm da mistura intencional de elementos: memórias, gostos e referências pessoais. Se há afeto e história, há coerência — a sua. Se você tem insegurança na hora de compor algo mais maximalista, se planeje antes: Junte seus objetos, separe os que mais se combinam, desenhe em um croqui, ensaie no Chat GPT, defina a sua paleta de cores e cultive o seu repertório, vá atrás de referências que você acredita ser a sua cara. Sua Sala, Seu Refúgio Já pensou em entrar em casa e sentir que cada cantinho te abraça? Uma sala maximalista não precisa convencer ninguém além de você. Afinal, o maior privilégio é morar em um espaço que grita sua verdade, sem medo do julgamento externo. Por Onde Começar? Repensar sua sala pelo olhar maximalista é dar voz à sua essência. Mais do que tendência, é atitude: um convite à coragem de viver em uma casa que reflete quem você é de verdade. Sabe aquele refúgio que você se recarrega? Que você tem vontade de voltar? Sua casa deve ser assim. Que tal começar hoje mesmo essa transformação? Se quiser aprender mais sobre como dar vida à sua sala com criatividade e intenção, acompanhe os conteúdos da Tudo de Boho e fique por dentro das melhores dicas de décor afetiva e dos próximos lançamentos (spoiler)! Viva sua essência — seu lar merece ser único, assim como você. Autora: Thaysi dos Santos Diretora Criativa
A fascinante história do Estilo Boho

Seja bem-vinda(o), boho lover!Hoje é um dia histórico: está no ar o primeiro episódio do Bohocast, o podcast para quem vive (ou sonha viver) o boho em todos os níveis. E, para celebrar, inauguramos essa série trazendo o tema que deu início a tudo: a trajetória intrigante do estilo boêmio – ou boho chic – da Antiguidade aos dias de hoje. Da Antiguidade à Liberdade: O Que Significa Ser Boho? O nome “boêmio” vem de um verdadeiro caldeirão de histórias.A palavra Bohemians tem origem nos povos celtas chamados Boios ou Boiis, que habitavam a região da atual República Tcheca – a Boêmia. Com sua arte refinada, habilidade com metais e o gosto por padrões marcantes, os Boios já deixavam claro que liberdade criativa e expressão individual não são invenções modernas. Apesar do nome popular, ironicamente nada se tem a ver com o estilo boho de hoje em dia. Eles foram um povo Celta que eram nômades e se tornaram uma sociedade grande e organizada dentre diversas outras tribos Celtas. Também não tiveram influências ciganas segundo os registros históricos, pois os ciganos surgiram muito tempo depois. Séculos mais tarde, surge um novo “bohemianismo” – desta vez, associado aos nômades Romani e a artistas disruptivos do século XIX, na época chamada de Belle Époque. O termo “bohemian” acabou se tornando sinônimo desse espírito livre, inquieto e muitas vezes fora dos padrões convencionais, especialmente nos movimentados cafés e ateliês europeus. Das Musas Boêmias ao Flower Power A cultura boho floresceu nas margens artísticas de Paris da Belle Epoque.No início do século XIX, artistas e intelectuais boêmios inspiravam (e eram inspirados por) mulheres independentes, como as grisettes: trabalhadoras e frequentadoras da cena cultural. No movimento Pré-Rafaelita, nomes como Jane Morris desafiaram padrões vitorianos ao apostar em roupas fluidas e naturais. A recusa ao espartilho e o uso de flores – um prenúncio do movimento hippie décadas depois! – marcaram as imagens dessas mulheres ousadas. A Belle Epoque foi um marco no mundo da moda e uma forma de quebrar padrões. Durante a Belle Époque, Paris era o epicentro do otimismo e da efervescência criativa. Artistas e ciganos viviam em jornadas recheadas de improviso, leveza e, claro, cor. Revolução, Moda e Autenticidade: O Boho do Século XX Entramos no século XX e, junto com os movimentos feministas e de contracultura ( o movimento hippie), as mulheres tomam para si uma moda mais confortável e expressiva. Nos anos 1960 os hippies selaram a fusão entre moda e transformação social: Boho como Estilo de Vida Das lojas inglesas da Laura Ashley ao “sutiã queimado” das feministas, o boho cresceu como sinônimo de autenticidade e resistência. Nos anos 1990, ganha apelo fashion com o “hippie chic” e, já nos anos 2000, Kate Moss e Sienna Miller eternizam o “boho chic” como algo além de moda: é um jeito de ser, sentir e pertencer ao mundo. De 2014 para cá o boho vem ganhando cada vez mais espaço, sempre começando com a moda e depois para a décor que através do Pinterest que foi a sua porta para o mundo contemporâneo. E hoje? Boho é passado, presente e futuro Na Tudo de Boho, celebramos o boho em todas as suas formas: Muitas coisas mudaram do boho de ontem para o de hoje e em 2025 vemos um novo retorno, passando da ferramenta de paz, amor e união das culturas, para viver sua repercussão em um mundo totalmente globalizado. O ideal de vida do estilo boho ainda é uma meta para muitos: Uma vida sem regras rígidas, uma vida mais leve e conectada à natureza, a espiritualidade e a sustentabilidade. Esse retorno tem pontos de reflexão bem interessantes: Da cultura Celta na Idade do Ferro, passando pela Belle Epoque em Paris, depois pelo Movimento Hippie nos anos 60, retornando mais refinado com o Boho Chic nos anos 2000 e agora em 2025 vindo em grande evidência com mais tecnologia e globalização. O que você achou dessa história que teve tanto caminho a trilhar e que hoje tem tantas pessoas adeptas? Sem contar as pessoas que ainda não conhecem o estilo boho. Por isso estamos aqui, para desmistificar e traduzir essa essência para o mundo! Através de Tudo de Boho, a nossa lente é para trazer luz a tudo o que o boho pode oferecer encaixando na nossa realidade do século XXI. O Boho não é moda passageira, é um estilo de vida que faz bem para nós mesmos e para o mundo! Continue com a gente para mais conteúdos, assine a nossa Newletter e nos siga nas redes sociais! Deixe nos comentários o que mais te inspira no universo boho! Nos próximos posts e episódios, vamos juntos explorar, questionar e abraçar tudo o que esse estilo tão vivo tem para oferecer. Autora: Thaysi dos Santos
O que é o estilo boho? Bem-vindos ao novo blog Tudo de Boho!

Olá, viajantes do boho!Hoje é um dia especial: estamos lançando o primeiro post do nosso blog e celebrando o início de uma nova jornada cheia de cor, autenticidade e propósito. Mas afinal, o que é o estilo boho?Boho é mais do que uma tendência de decoração ou moda – é uma filosofia de vida que valoriza a liberdade, a autenticidade e a conexão com a natureza. Inspirado nas raízes boêmias e hippies, o boho convida a gente a viver com mais leveza, a abraçar o nosso lado despojado e a encontrar beleza em cada detalhe único do nosso cotidiano. No universo boho, tudo ganha um toque especial: desde a mistura de cores e texturas até o uso de peças artesanais e vintage. Aqui, o importante é ser quem você é, sem medo de experimentar e misturar referências. O resultado? Ambientes e looks cheios de personalidade, que refletem histórias e sentimentos. A nossa essência A Tudo de Boho nasceu para ser um espaço de inspiração, aprendizado e conexão. Queremos incentivar você a viver de forma mais autêntica, criativa e consciente, sempre com um olhar atento ao impacto das nossas escolhas na natureza e no nosso bem-estar. Nosso objetivo é compartilhar dicas, histórias e produtos que ajudam a transformar sua casa, seu guarda-roupa e até sua rotina em um ambiente mais acolhedor, na sua paleta boho e cheio de significado. Uma nova fase Estamos entrando em uma nova fase, com cursos, minicursos, livros, serviços de arquitetura e interiores pensados para quem quer mergulhar de cabeça no universo boho, sair do convencional e descobrir novas formas de expressão. Aqui, você vai encontrar conteúdo exclusivo sobre decoração, moda, autoconhecimento e sustentabilidade, tudo com aquele toque boho que só a Tudo de Boho tem. Seja bem-vindo(a) ao nosso blog! Diretora Criativa da Tudo de Boho: Thaysi dos Santos